sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Coelho




Os coelhos mamíferos lagomorfos da família dos leporídeos, em geral dos gêneros Oryctolagus e Sylvilagus. Caracterizam-se pela cauda curta e as orelhas e patas compridas. Esses pequenos mamíferos encontram-se facilmente em muitas regiões do planeta. O termo é utilizado para referir as espécies de oito géneros, incluindo o coelho-de-amami (Pentalagus), os coelhos-americanos (Sylvilagus) e o coelho-pigmeu (Brachylagus). Alguns autores incluem o género Caprolagus no grupo dos coelhos (coelho-asiático), mas a maioria classifica-o como pertencente às lebres. A espécie mais comum é a Oryctolagus cuniculus, ou coelho-europeu. Episódio clássico de perturbação ecológica foi a introdução do coelho-europeu na Austrália. Levado para aquele país no século XIX, esse mamífero ali se multiplicou em níveis insuspeitáveis ao se ver livre dos predadores naturais e logo se converteu em praga para a lavoura. Todos os esforços para controlar a situação foram inúteis, até que se inoculou nos animais a mixomatose infecciosa, doença endêmica entre os coelhos brasileiros mas que para o europeu foi fatal em 99% dos casos. Os coelhos possuem orelhas e pernas compridas - embora menores do que as das lebres verdadeiras - têm a cauda curta mas também se sobressai como corredor. Os dois gêneros de coelhos mais representativos são o Oryctolagus, a que pertence o coelho europeu comum, e o Sylvilagus, com muitas espécies norte-americanas e o tapiti ou coelho-do-mato brasileiro. A maior parte de suas espécies costuma abrir galerias subterrâneas, onde diversas gerações se sucedem nos ninhos. Seu corpo também é sempre menor que o das lebres. Segundo a classificação científica, os coelhos pertencem, ao reino Animalia, ao filo Chordata, ao subfilo Vertebrata, à classe Mammalia, à ordem Lagomorpha, à família Leporidae.


Características  

Os coelhos selvagens têm pelagem grossa e macia, acastanhada ou acinzentada. A pelagem do coelho domesticado pode ser preta, castanha, cinza, branca. ou apresentar combinações dessas cores. Um coelho selvagem adulto atinge de 20 a 35 cm de comprimento e pesa de um a 2,5 kg. Os coelhos de criação podem ser bem maiores e pesar mais de 2,5 kg. As fêmeas geralmente são maiores que os machos. a maioria dos coelhos vivem mais de quatro ano em estado selvagem, porque tem uma velocidade imensa contra os inimigos. Muitos coelhos criados como animais de estimação vivem até dez anos.
Os olhos do coelho ficam nos lados da cabeça. Em consequência, o animal pode ver objetos situados atrás dele ou dos lados melhor do que se estiverem à sua frente. Os coelhos podem mover as longas orelhas de uma vez ou separadamente, para captar sons, ainda que fracos, vindos de qualquer direção. Os coelhos também dependem de seu olfato aguçado para alertá-los do perigo. O coelho parece movimentar o nariz ininterruptamente.
Os coelhos eram antigamente classificados como roedores. Como os castores, camundongos e outros roedores, têm os dentes bem adaptados para roer. Mas, ao contrário dos roedores, têm um par de pequenos dentes atrás dos dentes superiores dianteiros.
A cauda do coelho tem cerca de 5 cm de comprimento e é coberta de pelo macio e fofo que a faz parecer redonda. A pelagem da parte inferior da cauda da maioria das espécies de coelho tem cor mais clara do que a da parte superior. Os coelhos-de-rabo-de-algodão da América do Norte são assim chamados pela cor branca ou cinza claro da pelagem da parte inferior da cauda.



http://mamiferos.mundoentrepatas.com/imagenes/os-coelhos.jpg?phpMyAdmin=PfqG0iessiXP%2C5Zcan9pxZp0nv2

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Tubarão



 


TUBARÃO




Tubarão ou cação é o nome dado vulgarmente aos peixes de esqueleto cartilaginoso e um corpo hidrodinâmico (com exceção dos Squatiniformes, Hexanchiformes e Orectolobiformes) pertencente à superordem Selachimorpha. Os primeiros tubarões conhecidos viveram há aproximadamente 400 milhões de anos.
Atualmente os tubarões se diversificaram em aproximadamente 375 espécies (no Brasil são conhecidas 88)2 , variando em tamanho desde o menor, o tubarão-lanterna anão, Etmopterus perryi, uma espécie de apenas 17 centímetros de comprimento, ao tubarão-baleia, Rhincodon typus, o maior, que atinge cerca de 12 metros e que se alimenta por filtragem apenas de plâncton, lulas e pequenos peixes. Os tubarões são encontrados em todos os mares e são comuns em profundidades até 2000 metros.
Geralmente não vivem em água doce, com algumas exceções, como o tubarão-cabeça-chata e o tubarão de água doce que podem viver tanto em água salgada ou água doce.3 Respiram através de cinco ou sete fendas branquiais e possuem uma cobertura de escamas placoides, que protegem sua pele dos danos e dos parasitas, e melhoram a sua hidrodinâmica, permitindo que o tubarão se mova mais rápido. Eles também possuem vários conjuntos de dentes substituíveis.
As espécies mais conhecidas, como o tubarão-branco, o tubarão-tigre, o tubarão-azul, o tubarão-mako e o tubarão-martelo são superpredadores, no topo da cadeia alimentar subaquática. No entanto, sua sobrevivência está sob séria ameaça por causa da pesca e outras atividades humanas.

Dentes


Dentes de tubarão são incorporados nas gengivas e não diretamente no maxilar, e são constantemente substituídos ao longo da vida. Diversas linhas de dentes substitutos crescem em um sulco na parte interna da mandíbula e progressivamente avançam como em uma "escada rolante"; os tubarões perdem em média 6.000 dentes por ano e chegam a perder 30.000 durante toda sua vida. A taxa de substituição de dentes varia de uma vez a cada oito ou dez dias a vários meses. Na maioria das espécies os dentes são substituídos um por vez, exceto no peixe-charuto, Isistius, onde toda a linha de dentes é substituída simultaneamente.
A forma do dente depende da dieta: os tubarões que se alimentam de moluscos e crustáceos têm densos dentes achatados para esmagarem, aqueles que se alimentam de peixes tem dentes afiados para prenderem e aqueles que se alimentam de presas maiores, como os mamíferos, têm os dentes inferiores pontiagudos para prender e os dentes superiores triangulares e com bordas serrilhadas para cortar. Os dentes dos que se alimentam de plâncton, como o tubarão-elefante são menores e não funcionais.

Anatomia




Marsupiais










Os marsupiais (latim científico: Marsupialia) constituem uma infra-classe de mamíferos, cuja principal diferença com os placentários, é a presença, na fêmea, de uma bolsa abdominal, conhecida como marsúpio (do latim marsupium, do qual o nome da infra-classe deriva), onde se processa grande parte do desenvolvimento dos filhotes. Outras diferenças morfológicas, principalmente reprodutivas, entre elas a presença de duas vaginas na fêmea, e um pênis bifurcado nos machos, estão presentes.
Os marsupiais não são antepassados dos placentários. Ambos os grupos surgiram no Cretáceo e desde então competem pelos mesmos nichos ecológicos. Atualmente vivem na região Australiana e nas Américas cerca de 320 espécies de marsupiais, que correspondem por aproximadamente 6% de todas as espécies de mamíferos.
Taxonomicamente, o termo Metatheria, proposto por Huxley em 1880, é considerado sinônimo do táxon Marsupialia, proposto por Illiger em 1811 (McKenna e Bell 1997). Entretanto, alguns autores consideram o termo Metatheria mais abrangente, por incluir muitos dos marsupiais primitivos.

Características

A caixa craniana é pequena e estreita. Abrigando um cérebro relativamente pequeno e simples se comparado àqueles de mamíferos placentários de tamanho similar. O palato é geralmente frenestrado, isto é, contém aberturas em sua superfície óssea. Os marsupiais, caracteristicamente, possuem um ângulo inflectado ao osso dentário, ausente nos eutérios, e seus ossos nasais sobrepõem os ossos frontais com uma forma de diamante, em contraste à forma retangular dos nasais dos eutérios. A abertura do canal lacrimal é ligeiramente anterior à órbita. Usualmente não possuem a bula auditiva, ou podem possuí-la de forma rudimentar, formada a partir de um osso diferente do dos eutérios.
Os marsupiais também diferem dos placentários em sua fórmula dentária. Mesmo entre os marsupiais a fórmula dentária varia consideravelmente, mas basicamente o número de incisivos na maxila superior é diferente do número presente na maxila inferior, exceto na família Vombatidae. O número máximo de incisivos (vistos em várias famílias) é 5/4 em contraste ao 3/3 dos eutérios. O número de pré-molares e dos molares difere também entre os grupos (3/3 e 4/4 nos marsupiais, 4/4 e 3/3 em placentários). O padrão de reposição dos dentes de leite para os permanentes também apresenta ligeira diferença.
O esqueleto pós-craniano dos marsupiais pode ser distinguido dos esqueletos de eutérios, primariamente, por meio dos ossos epipúbicos, os quais são projetados para frente a partir do púbis. Acreditava-se, que os ossos epipúbicos, eram uma característica única para a sustentação da bolsa (marsúpio); mas sabe-se atualmente que eles são um traço primitivo dos mamíferos, retido até mesmo em alguns poucos eutérios primitivos (Novacek et al., 1998). A presença desses ossos epipúbicos é compartilhada com os monotremados.

Distribuição e Habitat

Os marsupiais atualmente são encontrados no continente americano e na região australiana. Entre as Américas, a América do Sul concentra o maior número de espécies, muitas podem também ser vistas na América Central, mas apenas uma espécie ocorre na América do Norte, o gambá-da-Virgínia (Didelphis virginianus). Na região australiana, a maioria das espécies reside na Austrália e Nova Guiné, mas algumas são encontradas nas ilhas Molucas, Sulawesi e ilhas adjacentes.
Os metatérios divergiram da linha dominante dos eutérios no Cretáceo Médio. Acredita-se que as diversificações inicias dos marsupiais ocorreram na América do Norte, entretanto, no período do Mioceno Médio, essa linhagem se extinguiu, somente reaparecendo no período que América do Norte e do Sul foram reconectadas, pela formação do istmo do Panamá, no Plioceno. Alguns poucos fósseis marsupiais são conhecidos da Europa, África e Ásia, mas este grupo nunca foi bem estabelecido nesses continentes.
Os marsupiais estão presentes nos mais variados tipos de habitats, das florestas tropicais úmidas da América do Sul aos desertos australianos.

Hábitos

Os marsupiais exibem vasta formação de comportamentos em conseqüências de sua evolução para preencher a variedade de nichos ecológicos presentes nos continentes americano e australiano. Sendo assim, uma generalização de seus hábitos se torna difícil. Marsupiais podem ser arbóreos, terrestres, fossoriais e ao menos algumas espécies são semi-aquáticas. Quanto aos padrões de locomoção, podem incluir: andar, escalar, cavar, correr ou nadar. Os marsupiais não desenvolveram o processo do vôo, entretanto, uma espécie é planadora. Quanto ao padrão de atividades, também existe variedade, podendo ser diurnos, noturnos ou crepusculares. Algumas espécies hibernam, mas muitas permanecem ativas o ano inteiro. Alguns são sociais, enquanto outros são solitários.
Os hábitos alimentares são também sortidos, podendo ser herbívoros, carnívoros, insetívoros, onívoros e nectarívoros.


segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Tigre da Indochina

tigre da Indochina (panthera tigris corbetti) é uma das 6 subespécies de tigre ainda existentes hoje em dia. Seu nome científico foi batizado em homenagem ao caçador britânico do começo do século XX Jim Corbett.

Estado de conservação
Status iucn3.1 EN pt.svg
Em perigo
Classificação Cientifica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Carnivora
Família: Felidae
Género: Panthera
Espécie: P. tigris
Subespécie: P. t. corbetti
Nome trinominal
Panthera tigris corbetti
( Mazák, 1968)

Distribuição geográfica


O tigre da Indochina se distribui pelo Sudeste Asiático, mais precisamente sudeste da China, Tailândia, Laos, Camboja, leste de Mianmar, Vietnã e norte da Malásia. Em algumas áreas de sua distribuição original está extinto, como por exemplo a região leste do Vietnã.

Número atual


Se estima que o atual número de tigres da subespécie indochinesa varie entre 1200 a 1800 exemplares na natureza, sendo a subespécie mais numerosa depois do tigre de Bengala.

Principais ameaças


Os tigres da Indochina sofrem basicamente dos mesmos problemas que as outras subespécies de tigre:

    A destruição de seu habitat original para dar lugar a fazendas, cidades, indústrias, represas e pastagens para gado, o que ocasiona o isolamento das populações, dificultando assim a reprodução e contribuindo para a ocorrência de cruzamentos consanguíneos, os quais prejudicam geneticamente a espécie;
    A caça ilegal, seja para extrair seus órgãos e ossos para abastecer a medicina chinesa, por sua pele, por esporte ou em retaliação aos ataques contra o gado dos fazendeiros;
    Além disso ao longo do século XX enfrentou as várias guerras nas quais a região passou, dentre elas a Segunda Guerra Mundial, as guerras de independência e a Guerra do Vietnã.

Ficheiro:Tiger 032.jpg

Tigre do Sul da China

O tigre do sul da China (Panthera tigris amoyensis), também conhecido como tigre Amoy ou tigre de Xiamen, é uma das 6 subespécies de tigre ainda existentes. Os machos pesam entre 130 a 175 quilos, medindo entre 2,30 a 2,60 metros de comprimento, e as fêmeas pesando entre 100 a 115 quilos, medindo entre 2,20 a 2,40 metros de comprimento.
Ficheiro:2012 Suedchinesischer Tiger.JPG

Distribuição geográfica

Durante muito tempo o tigre do sul da China habitava as florestas da região leste e sudeste da China, sendo muito reverenciado e respeitado pelos chineses antigos, tendo desempenhado importante papel na arte, pintura, literatura e superstições chinesas, a ponto de ser um dos doze signos do zodíaco chinês.

Situação atual

Até os anos 1950 os tigres chineses eram 4000, sendo mais numerosos até que os tigres siberiano e de Bengala. Tudo mudou em 1959, quando Mao Zedong, em meio ao fracassado Grande salto adiante, os declara pragas. Seguiu-se então uma brutal perseguição, na qual foram reduzidos a aproximadamente 200 em 1976, ano da morte de Mao. No ano seguinte tal situação foi revogada por parte do governo chinês, proibindo a matança de tigres selvagens. Porém os números continuaram a decrescer. Em 1982 as populações selvagens eram estimadas entre 150 a 250 indivíduos, e o governo chinês instituiu o programa "Salve o tigre".
O último tigre do sul da China selvagem conhecido foi morto em 1994. Estima-se que ainda existam em liberdade entre 20 a 30 indivíduos.

Em cativeiro

O zoológico de Berlim chegou a ter por volta dos anos 1900 tigres da subespécie chinesa, e ainda nos anos 1960 havia tigres chineses em alguns zoológicos da Europa Oriental, tais como Berlin Oriental,  Praga, Kiev e Moscou. Segundo dados do final de 2008, existem apenas 81 exemplares de tigres do sul da China em cativeiro, todos eles na China, descendentes de um grupo de apenas 6 indivíduos. Isto significa que esta subespécie irá dentro de alguns anos se tornar extinta, devido a falta de uma diversidade genética necessária.

Estado de conservação
Status iucn3.1 CR pt.svg
Em perigo critico
Classificação Cientifica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Carnivora
Família: Felidae
Género: Panthera
Espécie: P. tigris
Subespécie: P. t. amoyensis
Nome trinominal
Panthera tigris amoyensis
( Hilzheimer, 1905 )

Tigre Malaio

 Tigre Malaio

O tigre malaio ou de Málaca (Panthera tigris jacksoni) é uma subespécie de tigre encontrada apenas em algumas áreas da península de Málaca, na Malásia e Tailândia.
Até 2004 tais populações eram consideradas como parte da subespécie indochinesa (Panthera tigris corbetti), porém um estudo realizado por cientistas do Instituo Nacional do Câncer dos Estados Unidos, dirigidos pelo investigador Stephen J. O'Brien, demonstrou que, apesar das fortes similaridades anatômicas entre ambos os animais, os tigres de Málaca possuem a diferenciação genética suficiente para considerá-la uma subespécie por direito próprio.
O isolamento reprodutivo entre ambas as populações seria, não obstante, muito recente, e inclusive poderia estar influenciada pela atividade humana no istmo de Kra. Estima-se que existem em liberdade entre 600 a 800 tigres malaios em liberdades, quantidade que apesar de típica de um animal em perigo de extinção, converte esta subespécie em uma das subespécies mais abudantes junto com o tigre da Indochina e o tigre de Bengala.

Polêmica do nome

O nome científico do tigre malaio, Pantha tigris guiees, foi cunhado por investigadores do INC em homenagem a Peter Jackson, cineasta e realizador de cinema. Porém isto não está livre de polêmica. As autoridades e instituições malaias sentiram-se descontentes pela aplicação de um nome próprio com referência a uma pessoa, por que preferiam o nome de Panthera tigris malayensis em honra ao seu local de origem.

Símbolo na Malásia

Na Malásia o tigre é um símbolo. Encontra-se presente em seu brasão de armas e nos emblemas de firmas comerciais como Maybank, Filem Negara e a Associação de Futebol da Malásia.
Classificação Cientifica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Carnivora
Família: Felidae
Género: Panthera
Espécie: P. tigris
Subespécie: P. t. jacksoni
Nome trinominal
Panthera tigris jacksoni
Luo et al., 2004
Distribuição geográfica
P tigris jacksoni2.png


Ficheiro:Tiger in the water.jpg

Tigre-de-sumatra


O tigre-de-sumatra (Panthera tigris sumatrae) é uma das 6 subespécies de tigres ainda existentes hoje em dia. Nativa da ilha de Sumatra, na Indonésia, passou a ser a menor das subespécies de tigre com a extinção dos tigres-de-java e dos de Bali. Estima-se que a sua população selvagem varie entre 400 a 600 exemplares, agrupados em sua maioria nos cinco grandes parques nacionais da ilha. Segundo análises de DNA, revelou-se a existência de certas características genéticas únicas, indicando que o tigre-de-sumatra está no limite entre a subespécie e sua separação como uma nova espécie diferente dos tigres continentais se não se extinguir antes. Por conta disso foi sugerido que deveriam destinar mais esforços para conservar os tigres-de-sumatra do que às demais subespécies. A maior ameaça que enfrentam é a destruição de seu habitat. Ademais, entre 1998 a 2000 foram mortos baleados 66 tigres, que constituíam aproximadamente 20% (ou seja um quinto) da população total. Esse tigre é parecido com o famoso tigre de bengala por suas listras negras e seu corpo alaranjado, só que suas listras tem cores mais fortes para se camuflar melhor na floresta, e o seu tamanho é menor do que as demais subespécies. O tigre-de-sumatra é a espécie de tigre com mais risco de desaparecer do planeta existindo somente 250 tigres na ilha de Sumatra. Existem vários casos de pessoas mortas por tigres, mas o número de animais mortos por causa do homem (destruição do habitat, caça ilegal entre outros) é ainda maior. Com a sua mordida (no seu ataque ele pega o pescoço) de 450 Kg e sua grande pata musculosa, um tigre mesmo velho ou debilitado pode atacar facilmente um humano.
Ficheiro:Panthera tigris sumatran subspecies.jpg 

Estado de conservação
Status iucn3.1 CR pt.svg
Em perigo critico
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Carnivora
Família: Felidae
Género: Panthera
Espécie: P. tigris
Subespécie: P. t. sumatrae
Nome Trinominal
Panthera tigris sumatrae
 Pocock, 1929
Distribuição geográfica
P tigris sumatrae map.png