domingo, 26 de janeiro de 2014

Historia

Uma mãe tigre perdeu seus filhotes devido a um trabalho de parto prematuro, logo depois ela ficou muito triste, sem comer e sua saúde declinou, ela foi diagnosticada com depressão.

Como restavam pouco tigres no zoológico e também por restar poucos tigres no mundo, todos do zoológico se empenharam em cuidar da saúde dela, então os tratadores pegaram 5 porquinhos, os vestiram com panos personalizados na aparência de tigres e os colocaram junto com a mãe tigre.

Agora ela ama os porquinhos e os tratam como se fossem seus próprios filhos, eles retribuem o amor. Sem mencionar que foi um remédio certeiro para a depressão que mãe tigre estava sentindo e saúde dela voltou ao normal.

#ELF Elves Barbosa
CDC Fatos Desconhecidos
Foto: Uma mãe tigre perdeu seus filhotes devido a um trabalho de parto prematuro, logo depois ela ficou muito triste, sem comer e sua saúde declinou, ela foi diagnosticada com depressão.
 
Como restavam pouco tigres no zoológico e também por restar poucos tigres no mundo, todos do zoológico se empenharam em cuidar da saúde dela, então os tratadores pegaram 5 porquinhos, os vestiram com panos personalizados na aparência de tigres e os colocaram junto com a mãe tigre.

Agora ela ama os porquinhos e os tratam como se fossem seus próprios filhos, eles retribuem o amor. Sem mencionar que foi um remédio certeiro para a depressão que mãe tigre estava sentindo e saúde dela voltou ao normal.

#ELF Elves Barbosa
CDC Fatos Desconhecidos

O veneno dos dragões de Komodo

texto: Katherine Harmon


O poder destruidor desses animais está na mordida e numa dose de veneno ─ mas não de bactérias, como sugeriam pesquisas anteriores. Os dragões de Komodo, que habitam algumas ilhas na Indonésia central, usam seus dentes serrilhados para segurar e rasgar a presa, criando uma ferida profunda. Em seguida é inoculada uma mistura especial de veneno, de acordo com os resultados de um estudo que recém publicado on-line no Proceedings of the National Academy of Sciences.
“O dragão é de fato peçonhento” observa Stephen Wroe, pesquisador associado de biologia da University of New South Wales, na Austrália, e autor do estudo.
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj6hzi0G5rbpTLgrOydqPDr49EfCHGyKxmQMGEPw3n6KfpCLiUAZ6zmAn88VPq-9Q7qc8SYO_EUeVjrE0tgCHfUSacZVTAOZWmpAyaT95S78dlCE2l_X9TUrodldzGqOPoUGjdfSB2kqoQ/s1600/Drag%C3%A3o+de+Komodo+um+sobrevivente+dos+tempos+pr%C3%A9-hist%C3%B3ricos+..jpg
Os biólogos sempre acreditaram que esses enormes lagartos ─ que medem entre dois e três metros e pesam até 100 quilos ─ matavam suas presas infectando-as com bactérias patogênicas. Mas esse novo estudo revela que a saliva desses dragões transporta diferentes patógenos, mas a maior parte dos microrganismos encontrados era comum.
Ao contrário do que se supunha, os pesquisadores descobriram que os dragões de Komodo podem ter, na verdade, o sistema de inoculação de veneno mais complexo já encontrado em répteis, o que não havia sido notado antes, porque os dentes desses animais diferem completamente dos exibidos pela maioria das criaturas peçonhentas.
http://oglobo.globo.com/in/3219539-e28-3ae/FT712A/03maravilhas.jpg
Os dragões produzem proteínas tóxicas ─ não muito diferentes daquelas produzidas pelos monstros de Gila e por algumas cobras ─ que provocam queda na pressão sanguínea e diminuem a coagulação das presas. Dutos especiais transportam a peçonha de cinco compartimentos separados para aberturas entre os dentes serrilhados. Depois de o veneno ser introduzido na ferida produzida pela poderosa mordida, as vítimas podem entrar em choque e morrer em consequência de hemorragia.
A descoberta do sistema venenoso dos dragões de Komodo levou os pesquisadores a acreditar que seu parente extinto, o Megalania (Varanus priscus), que chegava a pesar até duas toneladas, pode ter sido o maior animal peçonhento da Terra.
 http://www.infoescola.com/wp-content/uploads/2009/08/14-b9cc8f2abb.jpg

fonte: http://www2.uol.com.br/sciam/noticias/o_veneno_dos_dragoes_de_komodo.html

sábado, 25 de janeiro de 2014

Lhama

O Lhama (Lama glama) é um mamífero ruminante, da Ordem Artiodactyla, e da Família Camelidae. É parente próximo da Alpaca (Lama pacos), do Guanaco (Lama guanicoe) e da Vicunha (Lama vicugna).
A palavra “Lhama”, ao contrário do comumente usado, é um substantivo masculino. Ou seja, o correto é “o” Lhama. Sua aparência é curiosa. Seu pescoço é alongado e seu pêlo, fino e longo, tem cores em tonalidades diferentes. Sua cabeça é oval, diferente da cabeça redonda das alpacas. Pode atingir 1,7 metros de altura, seu comprimento varia entre 1,4 e 2,4 metros (contando com a cauda de aproximadamente 25 cm) e chega a pesar 150 kg.
Existem duas variedades de lhama: a Chaku, que apresenta mais pêlo, e a Qara, que têm pouco pêlo.
Os Lhamas habitam os arredores da Cordilheira dos Andes, em países como Bolívia, Chile, Peru, Argentina e Equador. São animais que foram domesticados há aproximadamente 4000 anos, sendo que hoje não são mais encontrados lhamas selvagens. Foram muito importantes para os povos incas, sendo que, na época, eram os únicos animais domesticados. Esse animal faz parte da mitologia andina.
São utilizados para produção de carne, couro e lã. Atualmente, as criações de lhama em cativeiro visam principalmente à produção de carne e
a utilização para o transporte de carga, já que a alpaca produz lã mais longa e macia. A lã retirada dos lhamas, sobretudo das fêmeas (uma vez por ano) é utilizada na fabricação de tecidos mais grosseiros.
Aliás, o transporte de carga é a maior utilidade dos lhamas, pois estes estão adaptados às grandes altitudes dos Andes, não sentem dificuldade em enfrentar as perigosas trilhas da cordilheira, viajam cerca de 40 km por dia e carregam até 50 kg de peso. Esse limite de peso impede que o lhama seja utilizado como montaria.
O lhama, como ruminante que é, alimenta-se de capim e mato.
A gestação dura aproximadamente onze meses, e o filhote da lhama pesa, ao nascer, cerca de 11 kg.
Apesar de demonstrar grande curiosidade e muita tranquilidade, o lhama irrita-se facilmente. Têm o hábito de cuspir em outros lhamas, e mesmo no homem, com o objetivo de intimidar.
O lhama chega a viver até 24 anos.




























































Fonte: Infoescola

Casuar

               O casuar é uma ave do grupo das ratitas, é nativo da Oceania. O casuar junto com o Avestruz e a Ema são as maiores aves existentes na atualidade. Habitam preferencialmente florestas tropicais, onde há um grande numero de árvores disponíveis para produzir os frutos de que se alimentam.Os casuares desempenham a importante função de dispersar sementes.


               O casuar é uma figura importante na mitologia das populações nativas da Oceania e representa geralmente uma figura maternal.
               A plumagem do casuar é abundante e de cor acinzentada e possuem penas coloridas na base do pescoço. Estas aves têm uma crista encarnada no alto da cabeça, que cresce devagar durante os primeiros anos do animal e com função desconhecida. Estas aves não tem muita diferença entre o macho e a fêmea, sendo a fêmea um pouco maior e mais colorida.
             Estas aves apresentam uma garra em forma de punhal no dedo interno, possuem asas atrofiadas e três dedos em cada pata.
            O casuar é ágil e pode correr 50km/h e saltar 1,5m.Quando ameaçado, é um animal perigoso e é considerado a ave mais perigosa.

            O casuar é uma ave importante para o Homem há centenas de anos como fonte de proteína através da carne e dos ovos. Algumas tribos da Nova Guiné têm o hábito de assaltar os ninhos e criar os juvenis até à idade adulta, quando são vendidos ou mortos para consumo local; no entanto o casuar nunca foi completamente domesticado. As penas coloridas são também uma fonte de interesse e o motivo pelo qual no passado os colonos europeus caçaram abundantemente este animal. 
 
          Na época de reprodução os machos reclamam um território e procuram atrair uma fêmea, que permanece apenas, até pôr entre de 3 a 5 ovos. Após a postura a fêmea abandona o ninho e pode eventualmente acasalar noutro território. Os machos cuidam sozinhos dos ninhos e das crias durante os nove meses seguintes.

Fonte: Wikipédia

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

2 Animais extintos

 

tigre-dentes-de-sabre

 

Você sabia que ele viveu na América, inclusive no Brasil?

Texto: Ludmilla Balduino 
http://www.montanha.bio.br/Smilodon.jpg

Com estes dois dentões, parece até que o tigre-dentes-de-sabre tinha dificuldades em abocanhar suas vítimas. Mas os cientistas descobriram que suas mandíbulas eram elásticas. Assim, ele conseguia abrir sua boca mais do que o normal.
Só que a mordida do dente-de-sabre não era o seu forte – neste quesito, o leão é muito mais poderoso, por exemplo. Sua principal tática de ataque era esperar a vítima chegar perto, pular em cima dela e investir suas grossas patas. Aí sim, o golpe fatal ficava por conta dos enormes caninos – ele evitava morder os ossos da vítima para não quebrar seus dentes.
Lento e pesado
Considerado o maior felino que já existiu, o tigre dente-de-sabre não era muito ágil. Ele não corria em alta velocidade e usava o seu peso como arma.
Há cientistas que acreditam que ele foi extinto por causa dessa falta de agilidade. Também existem teorias de que mudanças climáticas podem ter feito a fera desaparecer do planeta.
Os poderes do tigre-dentes-de-sabre:
  • Os caninos pontiagudos chegavam a cerca de 20 centímetros.
  • Os músculos da mandíbula eram elásticos – assim, ele conseguia abrir o bocão sem se atrapalhar com as presas.
  • As patas grandes e pesadas desferiam golpes violentos em suas vítimas.
  • As pernas mais curtas e duas vezes mais fortes do que as de um leão garantiam força no ataque.
  • A cauda curta indica que o tigre não era muito ágil, já que felinos velozes como o guepardo usam a cauda para se equilibrar durante a caçada.
FICHA :
  • Altura: até 1 metro
  • Peso: até 200 quilos
  • Alimentação: outros mamíferos
  • Onde viveu: América (inclusive Brasil)
  • Época: Pleistoceno: entre 2,5 milhões e 10 mil anos atrás
Fontes: Castor Cartelle Guerra (curador da Coleção de Paleontologia da PUC-MG) e Deise Dias Rêgo Henriques (pesquisadora do Departamento de Geologia e Paleontologia do Museu Nacional/UFRJ).

Mamute

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjGASiq1iw9PJNJkiqgfXzeK-KhVIhyphenhyphenxbWy5SP3rVXNxv43g0c-IeCCL1ABi-ZjNiUVJ3KVe9VCcqvft4bEdLi47tmLJ-eDFgdrHMO6Y5pDdxSJwfLP3gnMv_yp69W3xtbSV3MpdNpzPcA/s1600/mamute.jpg

História, características e extinção
Os mamutes eram animais mamíferos pré-históricos que não existem mais em função de sua extinção que ocorreu há, aproximadamente, 4000 anos. Faziam parte da mesma família dos elefantes, porém eram maiores (podiam atingir até 5 metros de altura) e possuíam grandes presas de marfim. O corpo dos mamutes era coberto por uma espessa camada de pelos de cor cinza escuro. Viviam em manadas e se alimentavam, principalmente, de grandes quantidades de folhas, raízes, frutas e vegetais.
Os mamutes habitaram regiões de clima frio e temperado do planeta. Foram encontrados vários fósseis deste animal em países da Europa, norte da Ásia (principalmente Sibéria) e América do Norte, comprovando a vida desta espécie nestes locais. Serviam de alimentação para os homens que viveram no período Neolítico (Idade da Pedra Polida). Os homens pré-históricos, em grupos, caçavam estes animais utilizando armadilhas. A mais comum consistia em forçar o animal a cair do topo de morros ou montanhas. A carne era usada para a alimentação e a pele do animal para a confecção de vestimentas. A caça dos mamutes no Neolítico é apontada por estudiosos como uma das causas de sua extinção. Porém o fator preponderante para a extinção da espécie foi a mudança climática que ocorreu no planeta no final da Era Glacial.
Especialistas afirmam que já encontraram fósseis de sete espécies de mamutes que viveram na pré-história: Mammuthus Columbi, Mammuthus Primigenius, Mammuthus Meridionalis, Mammuthus Trogontherii,  Mammuthus Exilis,  Mammuthus Imperator e Mammuthus Calvanus.  
 Reconstrução de um mamute columbiano (Mammuthus Columbi) 

Classificação científica do Mamute
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Proboscidea
Família: Elephantidae
 
Curiosidade:
Em março de 2004, pesquisadores franceses e russos encontraram na Sibéria um fóssil de mamute. O corpo do animal de 18 mil anos estava congelado e praticamente intacto. Estudiosos de genética esperam encontrar amostras de DNA preservado para, futuramente, tentar clonagem desta espécie.

Fonte:http://www.suapesquisa.com/pesquisa/mamute.htm

 


Ariranha

Ficheiro:Giantotter.jpg

A ariranha é a maior espécie da subfamília Lutrinae (as lontras) e pode chegar a medir cerca de 180 centímetros de comprimento, dos quais 65 compõem a cauda. Os machos são geralmente mais pesados que as fêmeas e pesam até 26 kg. A ariranha tem olhos relativamente grandes, orelhas pequenas e arredondadas, patas curtas e espessas e cauda comprida e achatada. Os dedos das patas estão unidos por membranas interdigitais que facilitam a natação. A pelagem é espessa, com textura aveludada e cor escura, excepto na zona da garganta onde apresentam uma mancha branca.
É uma espécie em perigo e a principal ameaça à sua sobrevivência é o desmatamento e destruição do seu habitat. A poluição dos rios, principalmente junto de explorações mineiras, causam vítimas entre as lontras que se alimentam de peixe contaminado por metais, que se acumulam nos peixes e, mais intensamente ainda, nas ariranhas, que estão no topo da cadeia alimentar. Entre os metais, o que mais frequentemente contamina animais é o mercúrio, usado na extração de ouro. Há também algumas perdas devidas à caça furtiva por causa da pele, caça esta que foi mais intensa no passado.
Estado de conservação

Características

A ariranha é claramente distinguível das demais lontras pelas características morfológicas e comportamentais. Ela é o maior membro da família Mustelidae em comprimento, sendo a lontra-marinha a maior em peso. Os machos possuem de 1,5 a 1,8 metros de comprimento e as fêmeas, de 1,5 a 1,7 metros. . O peso varia de 32 a 45,3 quilogramas para machos e de 22 a 26 kg para fêmeas.

Distribuição

Originalmente, a espécie ocorria em quase todos os rios tropicais e subtropicais da América do Sul. Atualmente, encontra-se extinta em 80% de sua distribuição original. Populações remanescentes ocorrem em áreas isoladas, principalmente no Brasil, no Peru e nas Guianas. No Brasil, os principais santuários conhecidos da ariranha são os rios Negro e Aquidauana, no Pantanal e o médio Rio Araguaia, em especial o Parque Estadual do Cantão, com seus 843 lagos.
distribuição geográfica
Giant Otter area.png

Alimentação

A ariranha vive e caça em grupos que podem chegar aos dez indivíduos e alimenta-se de peixes, principalmente de caracídeos como a piranha e a traíra. Ingere-os sempre com a cabeça fora d'água, frequentemente nadando pitorescamente para trás. Em condições de escassez, os grupos caçam pequenos jacarés e cobras, que podem inclusive ser pequenas sucuris. No seu habitat, as ariranhas adultas são predadores de topo da cadeia alimentar.

Dragão-de-komodo

Dragão-de-komodo ou crocodilo-da-terra (Varanus komodoensis) é uma espécie de lagarto que vive nas ilhas de Komodo, Rinca, Gili Motang e Flores, na Indonésia. Pertence à família de lagartos-monitores Varanidae, e é a maior espécie de lagarto conhecida, chegando a atingir 2–3 m de comprimento e 70 kg de peso. O seu tamanho invulgar é atribuído a gigantismo insular, uma vez que não há outros animais carnívoros para preencher o nicho ecológico nas ilhas onde ele vive, e também ao seu baixo metabolismo. Como resultado deste gigantismo, estes lagartos, juntamente com as bactérias simbiontes, dominam o ecossistema onde vivem. Apesar dos dragões-de-komodo comerem principalmente carniça, eles também caçam e fazem emboscadas a presas incluindo invertebrados, aves e mamíferos.
A época de reprodução começa entre maio e agosto, e os ovos são postos em setembro. Cerca de vinte ovos são depositados em ninhos de Megapodiidae abandonados e ficam a incubar durante sete a oito meses, e a eclosão ocorre em abril, quando há abundância de insectos. Dragões-de-komodo juvenis são vulneráveis e, por isso, abrigam-se em árvores, protegidos de predadores e de adultos canibais. Demoram cerca de três a cinco anos até chegarem à idade de reprodução, e podem viver até aos cinquenta anos. São capazes de se reproduzir por partenogénese, no qual ovos viáveis são postos sem serem fertilizados por machos.

Os dragões-de-komodo foram descobertos por cientistas ocidentais em 1910. O seu grande tamanho e reputação feroz fazem deles uma exibição popular em zoológicos. Na natureza, a sua área de distribuição contraiu devida a actividades humanas e estão listadas como espécie vulnerável pela UICN. Estão protegidos pela lei da Indonésia, e um parque nacional, o Parque Nacional de Komodo, foi fundado para ajudar os esforços de protecção.
O dragão-de-komodo é conhecido, para os nativos da ilha de Komodo, como ora, buaya darat (crocodilo da terra) ou biawak raksasa (monitor gigante).